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[Resenha] Tudo Nela Brilha e Queima, Rayane Leão

Título: Tudo Nela Brilha e Queima
Autor: Rayane Leão
Editora: Planeta (cortesia)
Páginas: 192
Compre: Amazon

"Nem todo mundo vai compreender isso tudo que você é, o que não significa que você deve se esconder ou se calar. O mundo tem medo de mulheres extraordinárias."

Em Tudo Nela Brilha e Queima, Rayane Leão mostra seus talentos para a poesia, abordando temas do universo feminino, empoderadores de forma tão intensa, que nos trás várias reflexões sobre a vida.

[Resenha] Raro - Poemas de Eros, William Soares dos Santos


Título: Raro – Pemas de Eros
Autor: William Soares dos Santos
Editora: Urutau (cortesia)
Páginas: 104
Onde comprar: Site da Editora

“(...), Mas sentem a consciência presente da morte serena na hora precisa da plenitude.”

Um livro não tão conhecido que foi capaz de me trazer uma magnitude de palavras que me abriram a mente de uma maneira absurda. William nasceu em 1972 e é carioca, professor da UFRJ. Os livros mais conhecidos dele são: Um amor e os livros de poesias Rarefeito e Poemas da meia-noite (e do meio dia).

Apresentando-nos um mundo totalmente novo e prazeroso, Raro nos mostra algo em que no cotidiano pode ser algo comum só que nesse livro é tratado como algo principal, gozador e inebriante.

[Resenha] O que o sol faz com as flores, Rupi Kaur

Titulo: O que o sol faz com as flores
Autora: Rupi Kaur
Editora: Planeta (cortesia)
Páginas: 256
Onde comprar: AmazonSaraiva

Essa é a receita da vida
minha mãe disse
me abraçando enquanto eu chorava
pense nas flores que você planta
a cada ano no jardim
elas nos ensinam 
que as pessoas
também murcham
caem
criam raiz
crescem
para florescer no final

O que o sol faz com as flores é o segundo livro de Rupi Kaur, publicado pela Editora Planeta, sendo seu primeiro sucesso Outros jeitos de usar a boca. 

O livro é dividido em 5 partes. 5 verbos que definem momentos específicos de nossa vida. Murchar, cair, enraizar, crescer e, finalmente, florescer. 

[Resenha] Poemas ao desabrigo, Raul de Taunay

Título: Poemas ao desabrigo
Autor: Raul de Taunay
Editora: 7Letras
Páginas: 107
Onde comprar: Editora 7Letras

"É primavera, tímida, silenciosa, qual borboleta em ação,
Sou eu a fazer versos dos meus andrajos em ebulição."¹

Poemas ao desabrigo é uma antologia de poemas do poeta, romancista e cronista Raul de Taunay. Neste livro, somos convidados a perceber a poesia que existe no próprio desabrigo, ou seja, nas tempestades, nas ruas, no vento e em tudo o mais que se encontra desabrigado. 

Não procurarei julgar a qualidade da obra, até porque não sou a pessoa mais indicada para isso, então procurarei expressar somente o que eu senti lendo Poemas ao desabrigo. E para começar: de acordo com o meu ponto de vista, Taunay sabe usar tão bem as palavras, algumas de suas combinações me causaram suspiros e tremores, e penso eu, que a poesia talvez tenha também este objetivo. 

Você conhece poesia marginal?

Oi, pessoal! Como vocês estão?

Quem acompanha o UOH e já me viu por aqui outras vezes, já deve ter percebido pelas resenhas que faço, que eu adoro poesia. E pensando sobre isso, para o post de hoje, eu decidi falar um pouquinho de poesia marginal. Já ouviram falar? Estou trabalhando este tema no estágio que estou fazendo e está sendo muito bacana!
Uma breve contextualização: a poesia marginal surgiu lá pelos anos 70, época do governo militar no Brasil. Os poetas marginais, que ficaram conhecidos como “geração mimeógrafo”, pois eles mesmos imprimiam seus livros, escreviam sobre os mais variados temas, faziam críticas e falavam de sentimento. Uma das principais características da poesia marginal é o imediatismo. Certamente você já ouviu falar de Paulo Leminski, Cacaso ou Chacal. Estes três nomes marcaram a história da poesia marginal. 

Poesias que Sangram, Paloma Viricio

Poesia. Uma palavra composta por seis letras e milhares de sentimentos. Difícil traduzir em significado, mas que pode aliviar, enfatizar ou fazer com que o poeta transforme-se através da arte da escrita. Uma coleção delas? Mais que um livro... um pedaço da alma de quem escreve. Por isso, são mágicas e especiais. Poesias que Sangram presenteia o leitor com alegria, drama, dor, amor, infelicidade e outras caixinhas de elementos abstratos que somente podem ser entendidos por almas melancólicas e sensíveis. A prova de que as palavras podem de alguma forma transformar pessoas e o mundo. Escrito em aproximadamente três meses, foi confeccionado através de várias inspirações, entre elas as escritas de grandes poetas como Vinicius de Moraes, Charles Baudelaire, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Renato Russo, Cazuza e tantos outros. Um livro que promete mexer com os sentimentos e a sensibilidade do leitor de maneira ímpar.